BRASÍLIA - As inscrições para o concurso da Agência Nacional de Águas – ANA, que iriam até 28 de dezembro, foram prorrogadas. O prazo agora vai até 12 de janeiro. O processo seletivo oferece 152 vagas. Os aprovados receberão salários de R$ 8.389. Os cargos são de analista administrativo, especialista em geoprocessamento e em recursos hídricos.
Os interessados devem se inscrever até às 18h pelo site da Escola de Administração da Fazendária , organizadora do concurso. A taxa de inscrição é de R$ 100. Os cargos de especialista são de 112 vagas e exigem nível superior. Já a função em Administração, Arquivologia, Biblioteconomia, Economia, Comunicação Social, entre outras.
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domingo, 28 de dezembro de 2008
Inscrição para concurso da Agência Nacional de Águas é prorrogada
Anatel abre 247 oportunidades com salários que chegam a até R$ 8.389
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abre no dia 5 de janeiro as inscrições para 247 oportunidades voltadas a profissionais com ensino médio e superior. Há vagas para vários estados brasileiros, mas a maioria está concentrada no Distrito Federal.
Os interessados poderão se candidatar até o dia 27 de janeiro, no site do organizador, o Cespe/UnB: www.cespe.unb.br. As taxas de inscrição cobradas são de R$ 45 para cargos de nível médio e R$ 85 para os de nível superior. Quem não possui acesso à Internet, poderá se inscrever nos postos disponibilizados pelo organizador em todos os estados do Brasil. A lista completa dos locais e seus respectivos endereços encontram-se no edital de abertura.
A Anatel também irá disponibilizar a isenção da taxa aos interessados que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e sejam membros de família de baixa renda. A dispensa deve ser solicitada de 5 a 7 de janeiro, no site do Cespe/UnB. De acordo com o edital, o resultado dos pedidos de isenção será divulgado até o dia 26 de janeiro.
NÍVEL MÉDIO - Há 103 chances de nível médio, sendo 29 para Técnico Administrativo e 74 para Técnico em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações. Os salários correspondem a R$ 4.190,07 e R$ 4.205,27, respectivamente.
As vagas de Técnico Administrativo estão distribuídas entre o Distrito Federal (20), Goiás (2), Minas Gerais (1), Mato Grosso (1), Pernambuco (1) e Rio Grande do Sul (4). Já a atividade de Técnico em Regulação oferece oportunidades no Acre (2), Amazonas (8), Distrito Federal (14), Goiás (1), Minas Gerais (1), Mato Grosso do Sul (3), Mato Grosso (1), Pará (2), Rondônia (3), Roraima (2), Rio Grande do Sul (1), São Paulo (34) e Tocantins (2).
NÍVEL SUPERIOR - A Agência oferece ainda 144 oportunidades de nível superior, divididas entre os cargos de Analista Administrativo (75) e Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações (69). Nas duas carreiras, a remuneração é de R$ 8.389,60.
Para a função de Analista, existem vagas nas áreas de Administração, Biblioteconomia, Ciências Contábeis, Jornalismo, Direito, Engenharia Civil e Tecnologia da Informação nas especializações de Ambiente Operacional, Redes e Segurança, Arquitetura de Soluções e Análise de Negócios. As chances estão distribuídas entre os estados do Amazonas (1 vaga), Distrito Federal (61), Goiás (1), Minas Gerais (1), Pará (2), Paraná (2), Rio Grande do Sul (5) e São Paulo (2).
Já o cargo de Especialista tem oportunidades nos setores de Ciências Contábeis, Direito, Economia, Engenharia e Estatística. Os estados com vagas abertas são Acre (1), Amazonas (5),Amapá (1), Bahia (3), Distrito Federal (47), Goiás (1), Maranhão (3), Mato Grosso do Sul (1),Mato Grosso (1), Pará (2), Piauí (1), Rondônia (1), Roraima (1) e São Paulo (1).
As provas estão agendadas para 8 de março e serão aplicadas em todas as capitais dos estados brasileiros. Candidatos às atividades de nível superior farão provas objetiva e discursiva no turno da manhã. Inscritos aos cargos de nível médio, por sua vez, responderão somente a questões objetivas no período da tarde. Os locais e horários serão divulgados nos dias 18 ou 19 de fevereiro.
Os interessados poderão se candidatar até o dia 27 de janeiro, no site do organizador, o Cespe/UnB: www.cespe.unb.br. As taxas de inscrição cobradas são de R$ 45 para cargos de nível médio e R$ 85 para os de nível superior. Quem não possui acesso à Internet, poderá se inscrever nos postos disponibilizados pelo organizador em todos os estados do Brasil. A lista completa dos locais e seus respectivos endereços encontram-se no edital de abertura.
A Anatel também irá disponibilizar a isenção da taxa aos interessados que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e sejam membros de família de baixa renda. A dispensa deve ser solicitada de 5 a 7 de janeiro, no site do Cespe/UnB. De acordo com o edital, o resultado dos pedidos de isenção será divulgado até o dia 26 de janeiro.
NÍVEL MÉDIO - Há 103 chances de nível médio, sendo 29 para Técnico Administrativo e 74 para Técnico em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações. Os salários correspondem a R$ 4.190,07 e R$ 4.205,27, respectivamente.
As vagas de Técnico Administrativo estão distribuídas entre o Distrito Federal (20), Goiás (2), Minas Gerais (1), Mato Grosso (1), Pernambuco (1) e Rio Grande do Sul (4). Já a atividade de Técnico em Regulação oferece oportunidades no Acre (2), Amazonas (8), Distrito Federal (14), Goiás (1), Minas Gerais (1), Mato Grosso do Sul (3), Mato Grosso (1), Pará (2), Rondônia (3), Roraima (2), Rio Grande do Sul (1), São Paulo (34) e Tocantins (2).
NÍVEL SUPERIOR - A Agência oferece ainda 144 oportunidades de nível superior, divididas entre os cargos de Analista Administrativo (75) e Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações (69). Nas duas carreiras, a remuneração é de R$ 8.389,60.
Para a função de Analista, existem vagas nas áreas de Administração, Biblioteconomia, Ciências Contábeis, Jornalismo, Direito, Engenharia Civil e Tecnologia da Informação nas especializações de Ambiente Operacional, Redes e Segurança, Arquitetura de Soluções e Análise de Negócios. As chances estão distribuídas entre os estados do Amazonas (1 vaga), Distrito Federal (61), Goiás (1), Minas Gerais (1), Pará (2), Paraná (2), Rio Grande do Sul (5) e São Paulo (2).
Já o cargo de Especialista tem oportunidades nos setores de Ciências Contábeis, Direito, Economia, Engenharia e Estatística. Os estados com vagas abertas são Acre (1), Amazonas (5),Amapá (1), Bahia (3), Distrito Federal (47), Goiás (1), Maranhão (3), Mato Grosso do Sul (1),Mato Grosso (1), Pará (2), Piauí (1), Rondônia (1), Roraima (1) e São Paulo (1).
As provas estão agendadas para 8 de março e serão aplicadas em todas as capitais dos estados brasileiros. Candidatos às atividades de nível superior farão provas objetiva e discursiva no turno da manhã. Inscritos aos cargos de nível médio, por sua vez, responderão somente a questões objetivas no período da tarde. Os locais e horários serão divulgados nos dias 18 ou 19 de fevereiro.
sábado, 27 de dezembro de 2008
Abertas inscrições para concurso: Salário chegam a R$ 1.200 mil!
A Companhia Estadual de Habitação Popular (CEHAP) da Paraíba abriu o período de inscrições para o concurso que visa o preenchimento de 124 oportunidades em todos os níveis escolares.
As vagas estão distribuídas entre as seguintes funções: Auxiliar de Serviços Administrativos, Auxiliar de Serviços Gerais e Motorista, que exigem nível fundamental para salário de R$ 576,80; Assistente Administrativo, Assistente Técnico, Desenhista, Digitador, Programador, Projetista e Topógrafo, que exigem nível médio para remuneração de R$ 1.008,91; Administrador, Advogado, Analista de Sistemas, Arquiteto, Bibliotecário, Contador, Engenheiro Civil ou Elétrico e Técnico Social com formação em Pedagogia, Psicologia ou Serviço Social, que exigem nível superior, para salário de R$ 1.286,39.
As inscrições poderão ser realizadas entre os dias 15 de dezembro e 13 de janeiro, exclusivamente pela internet, através do site do Cespe/UnB (www.cespe.unb.br), organizador do concurso. As taxas de participação são de R$ 67 para nível fundamental, R$ 74 para nível médio e R$ 75 para superior.
Aos candidatos que não dispuserem de acesso à internet, o Cespe vai disponibilizar computadores nas Microlins da avenida Pedro II, nº 601 e da avenida Epitácio Pessoa, nº 3.161, ambas em João Pessoa (PB).
As provas serão aplicadas no dia 15 de fevereiro, em horário e locais divulgados, oportunamente, pela comissão de organizadores do processo seletivo.
Isenção de taxa
A isenção da taxa de inscrição será concedida aos candidatos doadores de sangue na rede hospitalar pública ou conveniada ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Os interessados deverão encaminhar, até o dia 18 de dezembro, carta registrada com o requerimento de isenção – disponível no mesmo site das inscrições – para a Central de Atendimento do Cespe/UnB, localizada no Campus Universitário Darcy Ribeiro, Asa Norte, Brasília (DF), Caixa Postal 4488, CEP 70904-970.
As vagas estão distribuídas entre as seguintes funções: Auxiliar de Serviços Administrativos, Auxiliar de Serviços Gerais e Motorista, que exigem nível fundamental para salário de R$ 576,80; Assistente Administrativo, Assistente Técnico, Desenhista, Digitador, Programador, Projetista e Topógrafo, que exigem nível médio para remuneração de R$ 1.008,91; Administrador, Advogado, Analista de Sistemas, Arquiteto, Bibliotecário, Contador, Engenheiro Civil ou Elétrico e Técnico Social com formação em Pedagogia, Psicologia ou Serviço Social, que exigem nível superior, para salário de R$ 1.286,39.
As inscrições poderão ser realizadas entre os dias 15 de dezembro e 13 de janeiro, exclusivamente pela internet, através do site do Cespe/UnB (www.cespe.unb.br), organizador do concurso. As taxas de participação são de R$ 67 para nível fundamental, R$ 74 para nível médio e R$ 75 para superior.
Aos candidatos que não dispuserem de acesso à internet, o Cespe vai disponibilizar computadores nas Microlins da avenida Pedro II, nº 601 e da avenida Epitácio Pessoa, nº 3.161, ambas em João Pessoa (PB).
As provas serão aplicadas no dia 15 de fevereiro, em horário e locais divulgados, oportunamente, pela comissão de organizadores do processo seletivo.
Isenção de taxa
A isenção da taxa de inscrição será concedida aos candidatos doadores de sangue na rede hospitalar pública ou conveniada ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Os interessados deverão encaminhar, até o dia 18 de dezembro, carta registrada com o requerimento de isenção – disponível no mesmo site das inscrições – para a Central de Atendimento do Cespe/UnB, localizada no Campus Universitário Darcy Ribeiro, Asa Norte, Brasília (DF), Caixa Postal 4488, CEP 70904-970.
Fonte: 180graus
O Porteiro do Puteiro (ARRETADO - UMA BOA LIÇÃO DE VIDA)
Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do puteiro'.
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de idéias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o Senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, Senhor - balbuciou - mas eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas Senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa.
- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo Senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez. No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que.....
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias mula de viagem.
- Façamos um trato - disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias...aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo para viajar para fazer compras'.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido.
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viajem, faziam encomendas.
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado.
Todos estavam contentes e compravam dele. Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc..
E após foram os pregos e os parafusos... Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse:
-É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do Livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o Livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
-O Senhor?!?! - disse o prefeito sem acreditar. O Senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
- O que teria sido do Senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder - disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!!
Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. As adversidades podem ser bênçãos. As crises estão cheias de oportunidades.
Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água:
'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna.'
Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas´
'Não há comparações entre o que se perde por fracassar e o que se perde por não tentar.
Com ajuda de Niemeyer, pedreiro inaugura biblioteca no subúrbio
Para chegar até Evando dos Santos, na Vila da Penha, no subúrbio da Leopoldina do Rio, basta perguntar: “Onde fica a casa do senhor dos livros?”. Qualquer frentista, camelô, dona de casa ou comerciante sabe onde fica a residência do pedreiro de 48 anos que conseguiu reunir em sua própria casa 55 mil volumes dos mais variados gêneros literários na obstinada saga de levar conhecimento às pessoas.
A partir de sexta-feira (12), ele ganha novo endereço. Com a presença da escritora Nélida Piñon, será inaugurada no bairro a Biblioteca Comunitária Tobias Barreto de Meneses, um prédio criado a partir de um projeto do arquiteto Oscar Niemeyer para abrigar as obras.
Mas não será só isso. Para a alegria dos moradores, principalmente dos jovens da região, além dos vários títulos, reunidos por Evando ao longo de uma década – não recusou nenhuma doação, mesmo tendo que sair de ônibus para trazer um pesado saco com os volumes - o espaço conta agora com auditório, salas de leitura e de aulas para cursos de idiomas como espanhol, italiano, inglês, alemão e francês.
“Já temos 40 alunos, aqui da comunidade, inscritos”, vibra, cheio de novidades para comemorar.
E, dentro de seus planos audaciosos, anuncia mais um. “Quero criar a Faculdade Paulo Mercadante e Antonio Paim para um curso de letras ministrado por professores aposentados”, afirma, corrigindo qualquer expressão que incorra em uma dúvida na realização de mais um sonho.
“Vou conseguir”, diz, taxativo, o homem simples, de chinelos e bermudas, que aprendeu a ler aos 18 anos, quando se converteu a Igreja Batista para entender os salmos da Bíblia. De lá para cá, tornou-se até personagem de romance de um escritor italiano.
Incentivo de Niemeyer
Determinado, faz questão de ressaltar que nada foi fácil nessas apostas consideradas loucas para quem olhava de longe. Hoje, mostra o espaço com orgulho e destaca a conquista do certificado do Ministério da Cultura que lhe permitiu captar recursos para construir a sede da biblioteca, num terreno próximo à sua casa.
Foi assim que conseguiu R$ 651 mil de financiamento do BNDES. O dinheiro chegou depois que Niemeyer, entusiasmado com suas idéias, fez o desenho para incentivá-lo.
“Estava chegando do trabalho quando vi um programa na TV com a participação do Niemeyer. Liguei e a produção me colocou para falar diretamente com ele. Falei da biblioteca e pedi um projeto arquitetônico. Ele prometeu ajudar. Dois anos depois, tudo começou a virar uma realidade”, lembra, emocionado.
Evando contou também com a ajuda de amigos para chegar até o representante do Ministério da Cultura no Rio, Oswaldo Campos Mello, e levar a idéia ao então ministro, Francisco Weffort, que visitou sua casa na Vila da Penha. A partir daí, saiu em campo para atender às exigências legais da doação do Fundo Nacional de Cultura e do registro na Lei Rouanet.
Vizinhos orgulhosos
Até os vizinhos e voluntários se mostram orgulhosos com a inauguração do prédio em declive na Rua Maestro Henrique Vogeler. “Estamos felizes com essa realização”, diz a professora Cláudia Leal, que já se ofereceu para trabalhar e ajudar "no que for possível".
No térreo, com fachada para a rua, ficam os livros. No subsolo, estão as salas de aula e o auditório. “Teremos pelo menos três cursos de línguas. O espanhol por causa do Mercosul e outras para que as pessoas entendam a nossa origem”, explica.
Agora, na modesta casa do pedreiro, onde os corredores e pequenos cômodos estavam abarrotados de livros, haverá mais espaço para sua mulher Maria José Lima, os dois filhos e o cachorro Dody, que por um longo tempo foi o guardião do acervo espalhado também pela varanda e num barracão ao lado do jardim.
Obras raras
Para a nova biblioteca ele já levou as obras raras, como uma edição de Os Lusíadas, de 1805; uma gramática e um dicionário Kibundo-Português, editados em Angola em 1934, Bíblias nessa língua e em guarani, a primeira história do Brasil escrita pelo inglês Robert Southey e editada em Londres em 1810, além de antologias russas, francesas e brasileiras.
Lá, tudo está organizado pelo nome da coleção, assunto, autor e data de publicação. Houve espaço até para uma curiosa 'sala de terapia livresca'. “Aqui as crianças sentem o cheiro do livro, aprendem a apreciar uma obra e relaxam com a compreensão da história”, ensina, falando como um mestre.
Nascido em Aquidabã, no interior de Sergipe, Evando chegou ao Rio aos 27 anos. No fim dos anos 80, começou a trabalhar como pedreiro na urbanização do conjunto de favelas da Maré, em Bonsucesso, quando, incentivado por um amigo, passou a ler, nas horas vagas, obras de Machado de Assis, José de Alencar e Monteiro Lobato.
Evando, que às vezes é chamado de Evandro, já participou do chá da Academia Brasileira de Letras, convidado por Antônio Olinto e Nélida Piñon, e até virou personagem do romance “Un cortile di Parole” do escritor italiano Remo Rapino. “Quando ele ligou e contou a inspiração, que surgiu a partir de uma matéria de jornal na Itália, que ele leu em 2002, nem acreditei. Aliás, mal entendi o que ele falou. Mas foi o suficiente para me deixar orgulhoso. Aida mais que na capa tem a reprodução de uma obra de Tarsila do Amaral”, gaba-se.
Fonte: G1 . Acesso em: 11 dez. 2008
A partir de sexta-feira (12), ele ganha novo endereço. Com a presença da escritora Nélida Piñon, será inaugurada no bairro a Biblioteca Comunitária Tobias Barreto de Meneses, um prédio criado a partir de um projeto do arquiteto Oscar Niemeyer para abrigar as obras.
Mas não será só isso. Para a alegria dos moradores, principalmente dos jovens da região, além dos vários títulos, reunidos por Evando ao longo de uma década – não recusou nenhuma doação, mesmo tendo que sair de ônibus para trazer um pesado saco com os volumes - o espaço conta agora com auditório, salas de leitura e de aulas para cursos de idiomas como espanhol, italiano, inglês, alemão e francês.
“Já temos 40 alunos, aqui da comunidade, inscritos”, vibra, cheio de novidades para comemorar.
E, dentro de seus planos audaciosos, anuncia mais um. “Quero criar a Faculdade Paulo Mercadante e Antonio Paim para um curso de letras ministrado por professores aposentados”, afirma, corrigindo qualquer expressão que incorra em uma dúvida na realização de mais um sonho.
“Vou conseguir”, diz, taxativo, o homem simples, de chinelos e bermudas, que aprendeu a ler aos 18 anos, quando se converteu a Igreja Batista para entender os salmos da Bíblia. De lá para cá, tornou-se até personagem de romance de um escritor italiano.
Incentivo de Niemeyer
Determinado, faz questão de ressaltar que nada foi fácil nessas apostas consideradas loucas para quem olhava de longe. Hoje, mostra o espaço com orgulho e destaca a conquista do certificado do Ministério da Cultura que lhe permitiu captar recursos para construir a sede da biblioteca, num terreno próximo à sua casa.
Foi assim que conseguiu R$ 651 mil de financiamento do BNDES. O dinheiro chegou depois que Niemeyer, entusiasmado com suas idéias, fez o desenho para incentivá-lo.
“Estava chegando do trabalho quando vi um programa na TV com a participação do Niemeyer. Liguei e a produção me colocou para falar diretamente com ele. Falei da biblioteca e pedi um projeto arquitetônico. Ele prometeu ajudar. Dois anos depois, tudo começou a virar uma realidade”, lembra, emocionado.
Evando contou também com a ajuda de amigos para chegar até o representante do Ministério da Cultura no Rio, Oswaldo Campos Mello, e levar a idéia ao então ministro, Francisco Weffort, que visitou sua casa na Vila da Penha. A partir daí, saiu em campo para atender às exigências legais da doação do Fundo Nacional de Cultura e do registro na Lei Rouanet.
Vizinhos orgulhosos
Até os vizinhos e voluntários se mostram orgulhosos com a inauguração do prédio em declive na Rua Maestro Henrique Vogeler. “Estamos felizes com essa realização”, diz a professora Cláudia Leal, que já se ofereceu para trabalhar e ajudar "no que for possível".
No térreo, com fachada para a rua, ficam os livros. No subsolo, estão as salas de aula e o auditório. “Teremos pelo menos três cursos de línguas. O espanhol por causa do Mercosul e outras para que as pessoas entendam a nossa origem”, explica.
Agora, na modesta casa do pedreiro, onde os corredores e pequenos cômodos estavam abarrotados de livros, haverá mais espaço para sua mulher Maria José Lima, os dois filhos e o cachorro Dody, que por um longo tempo foi o guardião do acervo espalhado também pela varanda e num barracão ao lado do jardim.
Obras raras
Para a nova biblioteca ele já levou as obras raras, como uma edição de Os Lusíadas, de 1805; uma gramática e um dicionário Kibundo-Português, editados em Angola em 1934, Bíblias nessa língua e em guarani, a primeira história do Brasil escrita pelo inglês Robert Southey e editada em Londres em 1810, além de antologias russas, francesas e brasileiras.
Lá, tudo está organizado pelo nome da coleção, assunto, autor e data de publicação. Houve espaço até para uma curiosa 'sala de terapia livresca'. “Aqui as crianças sentem o cheiro do livro, aprendem a apreciar uma obra e relaxam com a compreensão da história”, ensina, falando como um mestre.
Nascido em Aquidabã, no interior de Sergipe, Evando chegou ao Rio aos 27 anos. No fim dos anos 80, começou a trabalhar como pedreiro na urbanização do conjunto de favelas da Maré, em Bonsucesso, quando, incentivado por um amigo, passou a ler, nas horas vagas, obras de Machado de Assis, José de Alencar e Monteiro Lobato.
Evando, que às vezes é chamado de Evandro, já participou do chá da Academia Brasileira de Letras, convidado por Antônio Olinto e Nélida Piñon, e até virou personagem do romance “Un cortile di Parole” do escritor italiano Remo Rapino. “Quando ele ligou e contou a inspiração, que surgiu a partir de uma matéria de jornal na Itália, que ele leu em 2002, nem acreditei. Aliás, mal entendi o que ele falou. Mas foi o suficiente para me deixar orgulhoso. Aida mais que na capa tem a reprodução de uma obra de Tarsila do Amaral”, gaba-se.
Fonte: G1 . Acesso em: 11 dez. 2008
O arquiteto da informação está a serviço da clareza
As empresas buscam clientes e já descobriram que chamar a atenção deles agora está mais difícil. É neste campo que entra em ação o auxílio importante do arquiteto da informação.
Com o advento da tecnologia da informação e das redes sociais, eis que estamos em uma sociedade mais exigente. O século XXI está marcado pelo aumento exponencial da informação em todos os setores e motivado pela democracia da informação.
Ao mesmo tempo em que somos consumidores de informação, também a produzimos e estamos em constante processo de transformar dados em conhecimento.
Como conseqüência, o cidadão se torna mais exigente com o que lhe é apresentado como fato ou verdade.
Trazendo para o campo doméstico, nosso exempla vale até dentro da cozinha, onde não basta saber se o frango tal é da procedência da empresa X ou Y - o cliente quer saber se o frango possui o selo da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que ração o alimenta e qual o impacto dos aditivos químicos na saúde do consumidor. São preocupações e reflexões novas.
Rótulos, marcas e a própria arquitetura de informação não passam desapercebidos pelos clientes/usuários, que buscam produtos e serviços mais específico para suas necessidades.
O público também tem em mente que toda informação comunicada é potencialmente passível de distorções em suas fontes e reconhece que pode ser manipulada pelo emissor.
Sabemos que um advogado ganha mais emperrando um processo no Fórum do que resolvendo a situação do cliente. Que um médico pode preferir uma cirurgia. E o mecânico que vai consertar a lanterna quebrada de seu carro irá se esforçar para encontrar alguns defeitos.
Existe uma máxima em Biblioteconomia que diz: “Informação é poder!”. Ou seja, aquele que detém informação e conhecimento tem um grande poder nas mãos. O comentário aqui não tem a finalidade de manchar a imagem de nenhuma das classes profissionais citadas, mas apenas exemplificar como a informação pode ser manipulada com intencionalidade.
Ao mesmo tempo, população bem informada é menos propensa a doenças, tem maiores possibilidade de galgar bons empregos e de estar sempre um passo à frente.
Assim, ajudar a organizar e tornar a informação utilitária e com valor agregado não é tarefa fácil. Bibliotecários, arquivistas, cientistas da informação, arquitetos de informação e profissionais de TI dedicam anos de suas vidas para que toda essa massa informacional seja filtrada, mapeada, modelada e destinada ao cliente certo.
Se, ao acessar um website, se você conseguiu de primeira lançar uma palavra e encontrar o que está procurando, pode apostar que teve uma equipe trabalhando duro para levar a informação até você. E se esse trabalho nem for percebido é porque os profissionais que atuam no segundo plano cumpriram seu papel.
Mesmo quem não é um usuário assíduo da internet, com certeza o é de informação, independente de onde ela esteja. São preocupações marcantes, pois as empresas buscam clientes e já descobriram que chamar a atenção deles agora está mais difícil.
* por Rafael Marinho (rafael_biblio@hotmail.com), consultor em trabalhos acadêmicos, prestador de serviços em gestão da informação e mantém o blog Bibliotecário Virtual
Com o advento da tecnologia da informação e das redes sociais, eis que estamos em uma sociedade mais exigente. O século XXI está marcado pelo aumento exponencial da informação em todos os setores e motivado pela democracia da informação.
Ao mesmo tempo em que somos consumidores de informação, também a produzimos e estamos em constante processo de transformar dados em conhecimento.
Como conseqüência, o cidadão se torna mais exigente com o que lhe é apresentado como fato ou verdade.
Trazendo para o campo doméstico, nosso exempla vale até dentro da cozinha, onde não basta saber se o frango tal é da procedência da empresa X ou Y - o cliente quer saber se o frango possui o selo da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que ração o alimenta e qual o impacto dos aditivos químicos na saúde do consumidor. São preocupações e reflexões novas.
Rótulos, marcas e a própria arquitetura de informação não passam desapercebidos pelos clientes/usuários, que buscam produtos e serviços mais específico para suas necessidades.
O público também tem em mente que toda informação comunicada é potencialmente passível de distorções em suas fontes e reconhece que pode ser manipulada pelo emissor.
Sabemos que um advogado ganha mais emperrando um processo no Fórum do que resolvendo a situação do cliente. Que um médico pode preferir uma cirurgia. E o mecânico que vai consertar a lanterna quebrada de seu carro irá se esforçar para encontrar alguns defeitos.
Existe uma máxima em Biblioteconomia que diz: “Informação é poder!”. Ou seja, aquele que detém informação e conhecimento tem um grande poder nas mãos. O comentário aqui não tem a finalidade de manchar a imagem de nenhuma das classes profissionais citadas, mas apenas exemplificar como a informação pode ser manipulada com intencionalidade.
Ao mesmo tempo, população bem informada é menos propensa a doenças, tem maiores possibilidade de galgar bons empregos e de estar sempre um passo à frente.
Assim, ajudar a organizar e tornar a informação utilitária e com valor agregado não é tarefa fácil. Bibliotecários, arquivistas, cientistas da informação, arquitetos de informação e profissionais de TI dedicam anos de suas vidas para que toda essa massa informacional seja filtrada, mapeada, modelada e destinada ao cliente certo.
Se, ao acessar um website, se você conseguiu de primeira lançar uma palavra e encontrar o que está procurando, pode apostar que teve uma equipe trabalhando duro para levar a informação até você. E se esse trabalho nem for percebido é porque os profissionais que atuam no segundo plano cumpriram seu papel.
Mesmo quem não é um usuário assíduo da internet, com certeza o é de informação, independente de onde ela esteja. São preocupações marcantes, pois as empresas buscam clientes e já descobriram que chamar a atenção deles agora está mais difícil.
* por Rafael Marinho (rafael_biblio@hotmail.com), consultor em trabalhos acadêmicos, prestador de serviços em gestão da informação e mantém o blog Bibliotecário Virtual
Fonte:AdNews
Prefeitura de Uberlândia (MG) abre mais de 800 vagas
A Prefeitura Municipal de Uberlândia (MG) abriu concurso para mais de 800 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos que exigem todos os níveis de escolaridade. Os salários vão de R$ 418,02 a R$ 1.176,32.
As inscrições devem ser feitas pelos sites www.conesul.org e e www.uberlandia.mg.gov.br, até as 24h do dia 18.
Para os candidatos que não possuem acesso à internet será disponibilizado um Posto de Atendimento situado no terminal central na Avenida João Pinheiro, 1154 - loja 86, Centro de Uberlândia, de segunda a sexta, das 7h às 18h.
As taxas são de R$ 12 para nível fundamental, R$ 16 para nível médio e de R$ 24 para nível superior.
As datas das provas serão divulgadas oportunamente pelo site www.conesul.org.br.
Os cargos de ensino fundamental incompleto são: agente de apoio operacional (ajudante de manutenção e reparos, apreendedor de animais, auxiliar de palco, auxiliar de obras e serviços públicos), agente de serviços gerais e agente patrimonial.
Para nível fundamental completo os cargos são de auxiliar de oficina mecânica, auxiliar de veterinária, auxiliar fiscal de obras públicas, sepultador, mecânico de veículos leves, motorista, oficial de manutenção e reparos (pintor predial, carpinteiro, eletricista,encanador, armador, serralheiro, marceneiro, pedreiro), operador de máquinas leves, almoxarife.
Já para ensino médio completo as vagas oferecidas são para assistente administrativo e secretário escolar, assistente em aparelhagem de som, iluminador, assistente de oficina mecânica (chapeação e pintura, eletricista, soldador, torneiro mecânico) , mecânico de máquinas pesadas, mecânico de veículos pesados e operador de máquinas pesadas, agente de controle de zoonoses, educador infantil, instrutor de língua de sinais, intérprete de língua de sinais.
Os cargos de ensino médio completo ou curso técnico na área são os seguintes: desenhista, fiscal de transportes, técnico em agropecuária, técnico em alimentos, técnico em contabilidade, técnico de fiscalização de obras, técnico em enfermagem, técnico em segurança do trabalho, técnico de fiscalização sanitária (alimentos, enfermagem, farmácia).
As inscrições devem ser feitas pelos sites www.conesul.org e e www.uberlandia.mg.gov.br, até as 24h do dia 18.
Para os candidatos que não possuem acesso à internet será disponibilizado um Posto de Atendimento situado no terminal central na Avenida João Pinheiro, 1154 - loja 86, Centro de Uberlândia, de segunda a sexta, das 7h às 18h.
As taxas são de R$ 12 para nível fundamental, R$ 16 para nível médio e de R$ 24 para nível superior.
As datas das provas serão divulgadas oportunamente pelo site www.conesul.org.br.
Os cargos de ensino fundamental incompleto são: agente de apoio operacional (ajudante de manutenção e reparos, apreendedor de animais, auxiliar de palco, auxiliar de obras e serviços públicos), agente de serviços gerais e agente patrimonial.
Para nível fundamental completo os cargos são de auxiliar de oficina mecânica, auxiliar de veterinária, auxiliar fiscal de obras públicas, sepultador, mecânico de veículos leves, motorista, oficial de manutenção e reparos (pintor predial, carpinteiro, eletricista,encanador, armador, serralheiro, marceneiro, pedreiro), operador de máquinas leves, almoxarife.
Já para ensino médio completo as vagas oferecidas são para assistente administrativo e secretário escolar, assistente em aparelhagem de som, iluminador, assistente de oficina mecânica (chapeação e pintura, eletricista, soldador, torneiro mecânico) , mecânico de máquinas pesadas, mecânico de veículos pesados e operador de máquinas pesadas, agente de controle de zoonoses, educador infantil, instrutor de língua de sinais, intérprete de língua de sinais.
Os cargos de ensino médio completo ou curso técnico na área são os seguintes: desenhista, fiscal de transportes, técnico em agropecuária, técnico em alimentos, técnico em contabilidade, técnico de fiscalização de obras, técnico em enfermagem, técnico em segurança do trabalho, técnico de fiscalização sanitária (alimentos, enfermagem, farmácia).
As vagas para nível superior completo são de advogado, arquiteto, arquivista, bibliotecário, biólogo, cirurgião-dentista, contador, enfermeiro, engenheiro de segurança, especialista de educação (inspetor escolar, orientador educacional e supervisor escolar) , farmacêutico/ bioquímico, fiscal de tributos, fisioterapeuta, geógrafo, médico clínico, médico do trabalho, médico ortopedista, médico veterinário, nutricionista, procurador municipal, professor (educação física, ensino religioso, educação artística, inglês, ciências, geografia, história, matemática, português, filosofia, pré a 4ª série) e programador visual.
Fonte: G1
Anatel abre mais de 240 vagas para quase todos os Estados; salário até R$ 8.389
Foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta (5) o edital do concurso público da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), com 247 vagas de nível médio e superior.
A lotação pode ocorrer em quase todos os Estados e no Distrito Federal, de acordo com o cargo. Não há vagas para Alagoas, Rio Grande do Norte, Ceará, Espírito Santo, Paraíba, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Sergipe. A Anatel informa que o quadro de vagas do edital tem um erro na soma dos cargos oferecidos, mas a distribuição dos postos nos Estados está correta.
Os cargos que pedem nível superior são os de analista administrativo e especialista em regulação de serviços públicos em telecomunicações, com salário de R$ 8.389,60. O primeiro tem vagas nas seguintes áreas: administração (35), biblioteconomia (duas), ciências contábeis (12), jornalismo (duas), direito (sete), engenharia civil (duas) e, em tecnologia da informação, nas especialidades de ambiente operacional (duas), análise de negócios (seis), arquitetura de soluções (cinco) e redes e segurança (dois). No total, são 75 postos.
No segundo, há 69 postos: para ciências contábeis (cinco), direito (25), economia (8), engenharia (elétrica, eletrônica ou telecomunicações, com 30 vagas) e estatística (uma).
Para nível médio, o cargo de técnico administrativo paga R$ 4.190,07 e oferece 29 vagas, e o de técnico em regulação de serviços remunera com R$ 4.205,27 e tem 74 postos.
A inscrição pode ser feita no site do Cespe (Centro de Seleção e de Promoção de Eventos), entre as 10h de 5 de janeiro e as 23h59 do dia 27 do mesmo mês (horário de Brasília), com taxas de R$ 85 (nível superior) e R$ 45 (médio).
Os exames, objetivos e discursivos, devem ocorrer no dia 8 de março -- de manhã para os postos de nível superior e à tarde para os de nível médio. Assim, é possível se inscrever para dois cargos, de nível de formação diferentes. Os locais e os horários de realização dos testes, que serão realizados em todas as capitais, devem ser divulgados em 18 ou 19 de fevereiro de 2009.
A seleção terá provas objetivas, para todos os cargos; avaliação discursiva e avaliação de títulos, para os de nível superior. Estes também passarão pelo curso de formação, a ser ministrado em (Brasília).
A agência informa que o concurso será regionalizado. Para cada cargo, área e especialidade, os candidatos aprovados serão nomeados de acordo com a ordem de classificação regional. Vagas não preenchidas dessa forma serão oferecidas aos candidatos da lista nacional que não tiverem sido classificados dentro das vagas de sua região.
Pode pedir isenção de taxa o candidato que estiver inscrito no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) e for membro de família de baixa renda (ter ganho familiar mensal per capita de até meio salário mínimo, R$ 207,5; ou possuir renda familiar mensal de até três salários mínimos, R$ 1.245). Os pedidos têm de ser feitos até o dia 7 de janeiro de 2009, pelo site do Cespe. O resultado será divulgado até o dia 26 de janeiro de 2009.
A lotação pode ocorrer em quase todos os Estados e no Distrito Federal, de acordo com o cargo. Não há vagas para Alagoas, Rio Grande do Norte, Ceará, Espírito Santo, Paraíba, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Sergipe. A Anatel informa que o quadro de vagas do edital tem um erro na soma dos cargos oferecidos, mas a distribuição dos postos nos Estados está correta.
Os cargos que pedem nível superior são os de analista administrativo e especialista em regulação de serviços públicos em telecomunicações, com salário de R$ 8.389,60. O primeiro tem vagas nas seguintes áreas: administração (35), biblioteconomia (duas), ciências contábeis (12), jornalismo (duas), direito (sete), engenharia civil (duas) e, em tecnologia da informação, nas especialidades de ambiente operacional (duas), análise de negócios (seis), arquitetura de soluções (cinco) e redes e segurança (dois). No total, são 75 postos.
No segundo, há 69 postos: para ciências contábeis (cinco), direito (25), economia (8), engenharia (elétrica, eletrônica ou telecomunicações, com 30 vagas) e estatística (uma).
Para nível médio, o cargo de técnico administrativo paga R$ 4.190,07 e oferece 29 vagas, e o de técnico em regulação de serviços remunera com R$ 4.205,27 e tem 74 postos.
A inscrição pode ser feita no site do Cespe (Centro de Seleção e de Promoção de Eventos), entre as 10h de 5 de janeiro e as 23h59 do dia 27 do mesmo mês (horário de Brasília), com taxas de R$ 85 (nível superior) e R$ 45 (médio).
Os exames, objetivos e discursivos, devem ocorrer no dia 8 de março -- de manhã para os postos de nível superior e à tarde para os de nível médio. Assim, é possível se inscrever para dois cargos, de nível de formação diferentes. Os locais e os horários de realização dos testes, que serão realizados em todas as capitais, devem ser divulgados em 18 ou 19 de fevereiro de 2009.
A seleção terá provas objetivas, para todos os cargos; avaliação discursiva e avaliação de títulos, para os de nível superior. Estes também passarão pelo curso de formação, a ser ministrado em (Brasília).
A agência informa que o concurso será regionalizado. Para cada cargo, área e especialidade, os candidatos aprovados serão nomeados de acordo com a ordem de classificação regional. Vagas não preenchidas dessa forma serão oferecidas aos candidatos da lista nacional que não tiverem sido classificados dentro das vagas de sua região.
Pode pedir isenção de taxa o candidato que estiver inscrito no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) e for membro de família de baixa renda (ter ganho familiar mensal per capita de até meio salário mínimo, R$ 207,5; ou possuir renda familiar mensal de até três salários mínimos, R$ 1.245). Os pedidos têm de ser feitos até o dia 7 de janeiro de 2009, pelo site do Cespe. O resultado será divulgado até o dia 26 de janeiro de 2009.
As bibliotecas e a produção do conhecimento
Olá, família portuária! Semana passada, infelizmente, fiquei impossibilitada de escrever o artigo para esta coluna. A causa foi uma “montanha” de trabalhos escolares para corrigir. Final de ano para professor é trabalho em dobro, porém, muito prazeroso. Entretanto, a correção de tais trabalhos trouxe a reflexão para a coluna desta semana.
Sou docente da disciplina Sociologia para alunos do curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação. Todo ano solicito aos alunos que visitem uma biblioteca, a escolha deles, para observação e se coloquem na condição de usuário, tentando despojar-se das pré-noções adquiridas no decorrer do curso superior. Faço este trabalho, pois todo sociólogo tem que utilizar-se da técnica do distanciamento para tecer análises isentas, ou as mais isentas possíveis. É uma forma de eles sentirem a profissão de sociólogo.
Entretanto, os resultados dos trabalhos mostraram uma realidade que nem mesmo o mais atento usuário pode obter. Um dos pontos que mais me chamou a atenção foi a utilização das bibliotecas.
Sabemos as bibliotecas foram e são depositárias de todo saber erudito. Durante a Idade Média, elas, além de depositárias, serviam a um público restrito, visto que o acesso ao saber era limitado aos clérigos. O livro de Umberto Eco, também disponível em filme, O Nome da Rosa, nos mostra esta realidade.
Porém, atualmente o saber é livre, sendo fácil de ser acessado. Em qualquer computador conectado à Internet, eu consigo acessar os acervos de diversas bibliotecas nacionais e internacionais ou mesmo fazer downloads de livros completos. Este fato nos traz uma questão. Na sociedade da informação, onde a informação é o bem maior (assim como a mercadoria mais cobiçada) e seu acesso é livre e rápido e sua disposição é, em grande parte, virtual, como ficam as bibliotecas? As bibliotecas físicas, que guardam aquela imensidão de livros físicos em estantes as quais temos que percorrer em busca do título que queremos, ainda tem espaço?
Podemos dizer que sim. Os dados apresentados pelos trabalhos dos alunos mostram que, ao menos na cidade de São Paulo, as bibliotecas ainda atraem uma grande parte da população. Segundo os dados, as bibliotecas públicas são utilizadas, na maioria das vezes, por crianças, jovens e idosos. Os idosos utilizam o tempo livre para ler os jornais dispostos nas bibliotecas, enquanto crianças e jovens fazem trabalhos escolares e se beneficiam de eventos como as contações de histórias, onde um funcionário da biblioteca ou mesmo um autor de livro, conta histórias recheadas de trejeitos, mímicas, etc, trabalhando com a imaginação dos que assistem. Mas, os adultos também aproveitam. Os horários de almoço são utilizados pelos que trabalham nos entornos das bibliotecas para leitura de jornais ou para retirada e renovação de livros, que muitas vezes são lidos na longa jornada do trabalho para casa.
Já as bibliotecas universitárias atraem um público mais especializado, que cursa faculdade e busca bibliografia específica para o desenvolvimento das disciplinas. Porém, grande parte das bibliotecas universitárias também é aberta ao público em geral, que pode aproveitar as suas salas de estudo em grupo e individual, assim como os cantos de leitura, para ler seu jornal diário ou escolher um livro entre as inúmeras prateleiras e se deliciar com a leitura.
Entretanto, o que há de comum entre estas bibliotecas é o acesso a informação. A idéia de que as bibliotecas são as depositárias do saber erudito ainda persiste, porém, hoje elas não são meras depositárias. Elas fazem a ponte entre o saber e o usuário. Grande parte das bibliotecas relatadas pelos alunos possui livre acesso ao acervo. Ou seja, o usuário pode andar por entre as estantes, olhar os títulos, verificar capas, orelhas e sumários e escolher aquele que mais agradar, caso não esteja procurando algo específico. Tem acesso livre ao conhecimento e o desenvolve conforme sua vontade. Algumas bibliotecas ainda mantêm acesso restrito ao acervo e, segundo os próprios alunos, impedem que os usuários possam desenvolver seu conhecimento, pois este fica circunscrito aquilo que ele sabe no momento ou ao que o professor solicitou durante as aulas.
Além disto, foi possível observar que a maioria das bibliotecas possui acesso a internet, o que faz com que os usuários possam fazer pesquisas on-line e, caso encontrem informações que só existam em livros físicos, possam percorrer o acervo em busca delas. O acesso a internet também traz para a biblioteca um público que vive completamente no mundo virtual e que pode descobrir nos corredores murados pelos livros, o encanto destes.
Esta reflexão é apenas uma forma de fazer com que nós, mesmo imersos no mundo virtual, utilizando a todo o momento produtos e serviços disponíveis na internet, não esqueçamos a biblioteca física. É uma maneira de pensarmos o local da biblioteca em nossa comunidade, auxiliando na preservação da cultura desta. Afinal, a biblioteca, que já nos foi muito útil nos tempos de escola, ainda é o melhor lugar para aquisição e produção de conhecimento.
Os sítios eletrônicos das prefeituras municipais trazem os endereços das bibliotecas públicas. Procure a mais perto de sua casa ou trabalho e visite. Aqueles que não resistem ao mundo virtual seguem alguns endereços interessantes:
* Biblioteca Nacional
* Portal de Referência em Arquivologia, Biblioteconomia e Ciência da Informação (traz diversos endereços virtuais nas mais diversas áreas)
* Domínio Público (permite o download de livros que já caíram em domínio público)
Seja qual for o meio, físico ou virtual, a leitura é sempre um grande prazer. Escolha seu titulo e boa viagem!
Sou docente da disciplina Sociologia para alunos do curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação. Todo ano solicito aos alunos que visitem uma biblioteca, a escolha deles, para observação e se coloquem na condição de usuário, tentando despojar-se das pré-noções adquiridas no decorrer do curso superior. Faço este trabalho, pois todo sociólogo tem que utilizar-se da técnica do distanciamento para tecer análises isentas, ou as mais isentas possíveis. É uma forma de eles sentirem a profissão de sociólogo.
Entretanto, os resultados dos trabalhos mostraram uma realidade que nem mesmo o mais atento usuário pode obter. Um dos pontos que mais me chamou a atenção foi a utilização das bibliotecas.
Sabemos as bibliotecas foram e são depositárias de todo saber erudito. Durante a Idade Média, elas, além de depositárias, serviam a um público restrito, visto que o acesso ao saber era limitado aos clérigos. O livro de Umberto Eco, também disponível em filme, O Nome da Rosa, nos mostra esta realidade.
Porém, atualmente o saber é livre, sendo fácil de ser acessado. Em qualquer computador conectado à Internet, eu consigo acessar os acervos de diversas bibliotecas nacionais e internacionais ou mesmo fazer downloads de livros completos. Este fato nos traz uma questão. Na sociedade da informação, onde a informação é o bem maior (assim como a mercadoria mais cobiçada) e seu acesso é livre e rápido e sua disposição é, em grande parte, virtual, como ficam as bibliotecas? As bibliotecas físicas, que guardam aquela imensidão de livros físicos em estantes as quais temos que percorrer em busca do título que queremos, ainda tem espaço?
Podemos dizer que sim. Os dados apresentados pelos trabalhos dos alunos mostram que, ao menos na cidade de São Paulo, as bibliotecas ainda atraem uma grande parte da população. Segundo os dados, as bibliotecas públicas são utilizadas, na maioria das vezes, por crianças, jovens e idosos. Os idosos utilizam o tempo livre para ler os jornais dispostos nas bibliotecas, enquanto crianças e jovens fazem trabalhos escolares e se beneficiam de eventos como as contações de histórias, onde um funcionário da biblioteca ou mesmo um autor de livro, conta histórias recheadas de trejeitos, mímicas, etc, trabalhando com a imaginação dos que assistem. Mas, os adultos também aproveitam. Os horários de almoço são utilizados pelos que trabalham nos entornos das bibliotecas para leitura de jornais ou para retirada e renovação de livros, que muitas vezes são lidos na longa jornada do trabalho para casa.
Já as bibliotecas universitárias atraem um público mais especializado, que cursa faculdade e busca bibliografia específica para o desenvolvimento das disciplinas. Porém, grande parte das bibliotecas universitárias também é aberta ao público em geral, que pode aproveitar as suas salas de estudo em grupo e individual, assim como os cantos de leitura, para ler seu jornal diário ou escolher um livro entre as inúmeras prateleiras e se deliciar com a leitura.
Entretanto, o que há de comum entre estas bibliotecas é o acesso a informação. A idéia de que as bibliotecas são as depositárias do saber erudito ainda persiste, porém, hoje elas não são meras depositárias. Elas fazem a ponte entre o saber e o usuário. Grande parte das bibliotecas relatadas pelos alunos possui livre acesso ao acervo. Ou seja, o usuário pode andar por entre as estantes, olhar os títulos, verificar capas, orelhas e sumários e escolher aquele que mais agradar, caso não esteja procurando algo específico. Tem acesso livre ao conhecimento e o desenvolve conforme sua vontade. Algumas bibliotecas ainda mantêm acesso restrito ao acervo e, segundo os próprios alunos, impedem que os usuários possam desenvolver seu conhecimento, pois este fica circunscrito aquilo que ele sabe no momento ou ao que o professor solicitou durante as aulas.
Além disto, foi possível observar que a maioria das bibliotecas possui acesso a internet, o que faz com que os usuários possam fazer pesquisas on-line e, caso encontrem informações que só existam em livros físicos, possam percorrer o acervo em busca delas. O acesso a internet também traz para a biblioteca um público que vive completamente no mundo virtual e que pode descobrir nos corredores murados pelos livros, o encanto destes.
Esta reflexão é apenas uma forma de fazer com que nós, mesmo imersos no mundo virtual, utilizando a todo o momento produtos e serviços disponíveis na internet, não esqueçamos a biblioteca física. É uma maneira de pensarmos o local da biblioteca em nossa comunidade, auxiliando na preservação da cultura desta. Afinal, a biblioteca, que já nos foi muito útil nos tempos de escola, ainda é o melhor lugar para aquisição e produção de conhecimento.
Os sítios eletrônicos das prefeituras municipais trazem os endereços das bibliotecas públicas. Procure a mais perto de sua casa ou trabalho e visite. Aqueles que não resistem ao mundo virtual seguem alguns endereços interessantes:
* Biblioteca Nacional
* Portal de Referência em Arquivologia, Biblioteconomia e Ciência da Informação (traz diversos endereços virtuais nas mais diversas áreas)
* Domínio Público (permite o download de livros que já caíram em domínio público)
Seja qual for o meio, físico ou virtual, a leitura é sempre um grande prazer. Escolha seu titulo e boa viagem!
Fonte: http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=19172
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